Nossa História

A Bela do Dia começou a partir de uma pergunta simples: Por quê não temos mais flores no dia-a-dia, apenas em ocasiões especiais? Esse foi o questionamento que fez com que nós, Marina e Tatiana, nos pronlongássemos no papo em um dia ensolarado de dezembro de 2012.

As duas estavam procurando uma mudança na vida profissional, algo para nos deixar felizes todos os dias e aquele foi o momento em que resolvemos arriscar. Por isso, para criarmos 'a Bela', buscamos elementos que fossem facilitar esse processo. Um deles foi a bicicleta: se a gente ia entregar flores e queria seria feliz, ficar o dia no trânsito de São Paulo estava fora de questão, né? 

E o principal, levar pequenas alegrias à vida dos outros, democratizar o acesso às flores. A gente acreditava que, como nós, as pessoas também queriam se dar a pequenos luxos de ter flores sempre, que elas também queriam todas as outras flores e não apenas rosas. 

Em abril de 2013 saiu a primeira bicicleta da A Bela do Dia, com flores à venda. Aos poucos nosso negócio se transformou e das vendas na rua passamos a fazer assinaturas de flores e encomendas. Logo saímos da garagem da Tati para o fundo da Estação Coworking. E então, encontramos pessoas maravilhosas para nos ajudar nas entregas e montagens de arranjos, pois nossas pernas já não davam conta de tudo. Recentemente demos mais um passo e abrimos nosso ateliê na Rua Mourato Coelho, 1003.

Com quase um ano e meio de empresa aberta, podemos dizer que acertamos ao resolver arriscar e mudar de vida. Aqui somos muito felizes. Nossa outra suspeita também se confirmou: As pessoas sentiam mesmo falta de flores no dia-a-dia. Obrigada por nos deixarem florir a vida de vocês!


Nosso Manifesto

Somos uma floricultura nada tradicional. Aqui, as flores são para todos os dias. Seja para alegrar sua segunda-feira ou animar seu sábado à noite. Esperamos que você não venha aqui só no Dia das Mães.

Este não é o lugar para encontrar rosas vermelhas, mas você vai adorar esse novo jeito de trazer o romance.

Acreditamos que as flores da estação serão sempre mais frescas, mais belas, mais duráveis e mais interessantes. Todo o resto é um pouco como morangos em março: eles não tem o mesmo gosto.

Gostamos de flores e formatos que fujam do óbvio. Caules tortos trazem um movimento lindo aos arranjos.

As flores não são meros enfeites. Elas contém ensinamentos socráticos e platônicos, que falam sobre as grandes belezas em pequenos detalhes, sobre a perfeição da natureza, que não seguem padrões do Inmetro e sobre a impermanência e o efêmero fazerem parte do ciclo da vida.

Aqui, almejamos o leve, o riso fácil, o frio na barriga de descer uma ladeira de bicicleta, o pedaço suculento de melancia, flores no cabelo, piadas internas e nonsense. Este também não é um lugar para ser blasé. Sorria, você vai gostar da sensação.

Podemos tentar esconder, mas logo, logo você vai reparar que vivemos uma relação de bigamia: além das flores, dividimos nosso amor com as bicicletas. Com elas é mais legal, mais bonito e claro, muito mais feliz.

Essa cidade já é apressada demais. Neste local as coisas são feitas com calma. Não apresse seu florista, nem seu ciclista. Dá azar. Então sente-se, acomode-se, tome um chá e escreva seu cartão para presente.

A vida é bela. Todo dia. Se você não sabia, esse é o lugar para descobrir.